Rodando até quase tontamente cair na aguinha rasa da beira a meninota gordinha entrega um sorriso ao vento de seus cabelos.
Luizinho pisa firme na areia marcando o passo certeiro e firmando a ginga na bola, olho no olho.
Mainha rola na ondinha e o filhote na boinha de cavalo vem empinando, no raso muito raso. Perigo nenhum.
Dispara atrás a gaivota que desenhando vai lá pro fundo do céu, marinheira de chapéu.
Diz-que-diz que tem gente demais nessa praia, olhe.
Pra que tanta beleza?
Nem certeza se tem de que a serra vai estar livre pra subir.
E daí?
Em torno dela a gente fala, gamela.
X-som na mão atravessa o garoto logo atrás do pai
A ponte do riozinho, em arco!
Santos é linda
Bem-abençoada a farofa
Tanta alegria solta abestada, livre, amorosa, sem dor nem pudor.
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